A História repete-se. É cíclica. E recordada, todos os anos, por milhares, milhões de pessoas, como se fosse única, inédita e estivesse a acontecer pela primeira vez. Para quem acredita ou não acredita. Para quem gosta ou não entende a profundidade do momento, para quem passa pelos dias sem os notar ou para quem os vive intensamente, é altura de paragem, de reflexão, de uma outra magia que teima em andar no ar como que a dizer: Pára e pensa. Muda. Arrisca. Faz. Sê.
Passaram anos, séculos, milénios. Mas o essencial, aquilo que importa, aquilo por que todos vivemos mantém-se lá, firme e inabalável para qualquer credo ou religião – porque, como um dia alguém disse, “se um dia me provarem que aquela vida não existiu, a verdade é que a sua mensagem é a melhor de todas, ao longo de tantos anos. E nela eu não posso deixar de acreditar”.
A mensagem do amor, da entrega e da ressurreição. A da alma, e não a da carne, que essa é a menos importante. E é por isso que, milénios passados, a História se repete e é vivida por tanta gente. Porque em cada vela que se acende, em cada abraço que se troca, em cada amêndoa partilhada, há um bocadinho de amor, de entrega, de partilha, de renovação, de ressurreição.
Há uma escolha. E um desafio. De amor.
Entrada na Nossa Agenda a propósito do início da Páscoa. Boas Festas e Feliz Páscoa.
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